sexta-feira, 24 de junho de 2011

Julgando os programas até hoje utilizados

Photoshop: muito muito muito interessante, mas quando você pega pela primeira vez, tem vontade de pular da janela só de ouvir as pessoas falando de ''filtro filtro blablabla camadas blablabla", enquanto você não faz a MÍNIMA ideia do que estão falando.

Stitcher: eu espero que quem tenha criado esse programa queime no fogo do inferno por cometer o pecado de fazer algo tão incrivelmente complicado e cheio de opções que quando você tenta fuçar para ver o que acontece, não acontece nada. Como eu disse para uma amiga minha, é mais fácil fazer um origami gigante do que mexer com esse programa, afinal, não tem quase nenhum tutorial na internet ou pessoas que saibam mexer nele de fato.

SketchUp: simplesmente lindo. A pessoa que criou esse programa é muito feliz e principalmente humana, pois sabe quanto os programas de computador de arquitetura são loucamente complicados (cofcofautocadstitcherphotoshopcofcof) e resolveu simplificar pras pessoas que não tem muita paciência nem capacidade emocional de ficar horas fuçando um programa e conseguir um resultado que um ser humano que entende do assunto resolveria em segundos.

InDesign e DreamWeaver: simpáticos. Não tão simples quanto o SketchUp, mas muito menos frustante que o Stitcher. Achei muito muito útil e usável, não sendo tão difícil de manusear.



Apesar de tudo, eu até pretendo aprender a mexer em todos, e saber muito bem.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Intervenção


"O dilema e a grande dificuldade de qualquer forma de expressão e criação de arte atualmente existente - ou ainda a ser desenvolvida - reside no fato da multiplicidade e diversidade da natureza do meio do realizador.

[...]deparamo-nos com algo desconcertante, pois constata-se que todos esses fazeres e meios vieram de um único local: a imaginação humana. Claro que a idéia inicial - matéria prima do todo criativo - foi, pode e deve ser filtrada, trabalhada, exaustivamente estudada, calculada, transformada, variada, adicionada e tantas vezes modificada e repensada."


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Impressões de Inhotim

De volta de Inhotim, pensei sobre várias coisas. Não sei se gosto dessa arte esquisita, que faz a gente pensar pelo artista, que faz com que nós sejamos o artista, no lugar dele mesmo. Afinal, para mim, quando o espectador cria o significado para a obra, ele mesmo está sendo o artista, e foi o que eu acabei tentando fazer em Inhotim. A cada obra esquisita, eu tentava dar um significado. Ok.. eu vi que tinha aqueles papeis na parede 'explicando' a obra, mas eu não quis que esses estragassem o meu processo de criação de significado, que é bem mais divertido que só ler a explicação [bem.... boa parte do motivo foi preguiça mesmo, haha]. Enfim, vou esperar pelas próximas aulas pra solidificar minha opnião.

Eu gosto mesmo é do Murder of The Crows. A voz daquela mulher é arrepiadora, com aquela 'orquestra fantasma' em volta então... Para quem não foi ou não lembra, dá pra ter uma vaaga ideia de como é por esse vídeo, mas nada comparado com estar lá, e sentir os corvos voando ao redor de você, as ondas, o vento do mar,...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Stitcher, Minjae Lee




Deu trabalho mas espero que tenha dado certo dessa vez. Eu não faço ideia depor que ficou tão esticado assim, mas estou feliz que ao menos consegui hahaha. Peço desculpas pelos escritos, é que o programa é original, e como eu estou usando ele de graça.. Enfim, divirtam-se com a brincadeira que eu fiz usando a arte digital de Minjae Lee (conhecido como Greno89 no site deviantart.com, onde tenho acesso a todas as suas artes e processos de criação). É o mesmo autor do meu lindo plano de fundo do blog [que também deu um trabalho do cão para colocar].

domingo, 10 de abril de 2011

Sobre meu novo conceito de performace

Depois de ouvir as tentativas dos professores de me fazer entender integralmente o conceito de performance, venho ao Blog para expressar o que eu entendi desse conceito.

Uma das coisas que mais me intrigou sobre a 'performance' é o fato de que as ações que a compõem não necessitam de significado: como pode criar algo sem uma intenção, um teatro sem falas e sem história, sem moral, sem nada? E ainda assim, essa tal 'performance' continuar sendo algo que toque as pessoas, mesmo que tão abstrato? É quase como se não houvesse um raciocínio por trás, e essa assustadora simplicidade é o que mais me complica.

Ao me deparar com a instrução 'façam uma performance que se baseie na ocupação do espaço em que vocês usarão para apresentá-la', se os professores tivessem falado em latim minha reação seria a mesma: ?. Por onde começar? Ok, vamos começar pelo enredo. Começamos mal (mal para não dizer 'errado', pois essa palavra é abominada na aula, embora eu a sinta bem presente), performance não tem enredo. Como diabos uma manifestação artística não tem enredo? "É por que performance não é teatro", então o que ela é? Eu nunca montei um teatro na vida, quanto mais essa prima ovelha negra que chamam de 'performance'.

Me disseram que esse tipo de arte é aquele tipo que toca as pessoas de modo diferente, ou seja, cada uma apresenta sua reação diante dela, sua interpretação. Desse modo, não interessa o que tocou o autor dela, pois não é claro, é tão abstrato quanto sua obra, e assim o é para as outras pessoas. Me pareceu as reações à música clássica, que raramente escuto, mas tenho minhas favoritas: Moonlight Sonata de Bethoveen. Tenho absoluta certeza de que essa música é apenas uma quando escrita na partitura, pois para cada pessoa sentimentos diferentes surgirão, como se a mesma música fosse, na verdade, várias (já que, para cada ser que a escuta, um diferente sentimento surge, e com ele diferente lembranças, conexões, reflexões).



quarta-feira, 30 de março de 2011

Sobre o conceito de performace

Etimologicamente, performance vem do Francês antigo: par + fournir, ou seja, enfeitar, decorar, fornecer, persistir em uma tarefa até que seja completa.

Performace é, portanto, uma manifestação artística que pode combinar teatro, música, poesia ou vídeo.

O termo é muito utilizado na arte contemporânea para designar vários tipos de intervenções artísticas nas quais o artista assume um papel ativo frente ao público, atuando muitas vezes como o próprio veículo de expressão de sua obra.

domingo, 27 de março de 2011

Parkour, Deriva, Flaneur e Flash Mob

PARKOUR

O parkour é uma atividade física de essência de auto-proteção ou extrema urgência de movimentos, que consiste em se movimentar o mais rápido e eficientemente, superando todo e qualquer obstáculo e podendo até transformá-lo numa maneira alternativa de se mover.

Em outras palavras, o parkour sugere eficiência. O maior objetivo é se mover do modo mais rápido e prático, exigindo do praticante força, resistência, agilidade e destreza.



TEORIA DA DERIVA - Guy Debord

Numa situação de 'deriva' uma ou mais pessoas por um certo periodo de tempo esquecem suas atividades cotidianas [trabalho, escola, lazer] e todos os outros motivos que determinam um padrão/hábito em suas vidas, para se deixar guiar por atrações diferentes de onde estão, lançando-se ao acaso. Consiste em perambular por ambientes diversos, explorá-los sensívelmente, 'deixando-se levar pelas solicitações que a própria paisagem faz'.



FLANEUR

É um observador que caminha tranquilamente pelas ruas, sem ser notado, não compondo a paisagem que habita. É apenas um ser pensante, que se prende ao simples prazer de observar as coisas ao seu redor, muito mais do que aqueles que tem aquela região como lugar rotineiro.
Na literatura brasileira há um grande exemplo de flaneur, na obra de João do Rio, intitulada 'A alma encantadora das ruas'.




FLASHMOB

São reuniões de grande número de pessoas em local público quase que instantâneamente, previamente organizada e com algum propósito, com puro e simples objetivo de entretenimento, ou mesmo objetivo nenhum [como vemos em vários eventos em Belo Horizonte, como Pillow Fight ou Zombie Walk].



Pampulha


Segunda-feira dia 21 de Março tivemos o prazer de visitar o Conjunto Arquitetônico da Pampulha. Como diria a Wikipedia, "suas linhas arredondadas denunciam a ousadia de Oscar Niemeyer e são um marco da arquitetura moderna brasileira''.

É de se encantar a brincadeira que se faz com a coexistência de uma beleza de concreto cercada por plantas, flores, águas e os pequenos animais atraídos por ela.



quarta-feira, 16 de março de 2011

Bruna Madeira





De acordo com as instruções dadas, expresso por meio dessa fotografia a forma como vejo a Bruna.


Temos vários amigos em comum, e quase que unanimidade deles afirmam que Bruna é o tipo 'durona', brava, explosiva. Bem, eu, em todo meu tempo de convívio, sempre a vi como uma menina divertida e sorridente, simples e inofensiva, como uma colher. Essa é a face de Bruna que eu vejo, mas, devido aos avisos de terceiros, espero sempre apreensiva o momento em que essa colher mostrará seus dentes de garfo, que tanto me dizem por ai.

[as borboletinhas no fundo são apenas uma lembrança de sua tatuagem no pescoço]

Primeira Postagem.

Nao é a linha reta, dura e inflexível, feita pelo homem, que me atrai.